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Mostrando postagens de junho 8, 2010

"Depois da tempestade; sempre vem a calmaria."

Tanto tempo se passou/ eu  que esqueci de marcar o tempo Já não existe razão/ para lembrar-me de você Não existe metade de fotografias/ que me faça te esquecer Suas cartas de ontem/ hoje são cinzas A distância não incomoda/ ajuda-me a equilibrar a vida Se um dia existir dor, no outro dia ela alivia "Depois da tempestade; sempre vem a calmaria." O relógio aponta meia noite/ a madrugada é sutil Passa despercebida/ quando não passa fria O silêncio que faz bem/ as vezes nos traz questionamentos Hoje os meus pés que me guiam/ mais também não sigo as direções do vento Não me adaptei as lágrimas/ mas aprendi a disfarçar um sorriso O espelho do quarto/ uma lágrima a mais não denuncia "Depois da tempestade; sempre vem a calmaria."

Quem me dera

Quem me dera ser seu espelho Ter um olhar seu todos os dias E refletir em mim sua beleza Que transmite seu brilho Chega a doer em meus olhos E ofuscar-me quando não o vejo Quem me dera ser Quem te faz companhia nas noites frias Fornecer-te aconchego e observar-te enquanto dormia Quem me dera, por um segundo te ter Quem me dera ter A sua companhia em cada amanhecer

Prazer em vê! ;*

- Passando especialmente pra tirar o chapéu Bater no peito Vestir a camisa E sem cerimônia  Ou falsas modestias dizer que  Essa Seleção Masculina Brasileira de volei É um sucesso! Sem falar que são uns colírios. ô pecadoo...   "Parabéns aos garotos!"

Pequenos gestos

Nos pequenos e simples gestos, de você eu vou lembrando. E num sorriso discreto, o meu você vai conquistando. Quebrando barreiras e descobrindo também os defeitos. Uma hora ou outra você descobre: "Nós seres humanos, somos todos imperfeitos." E eu te encontro, em cada sopro que lembre arte, numa cena marcante que denuncie sua imaginação distante. Por mais que você incorpore 'doismil' personagens, nenhum se sobresairá a você, o personagem da vida real. Mundos distintos, que por vezes acabam sendo confundidos. Criatura e criador, defronte. A nossa memória falha, muitas vezes transforma em borrâo a lembrança de ontem nítida e viva. E nós muitas vezes insistimos em sermos pessimistas. Hoje eu sei: Continuo esquecendo de esquecer de você! Dedicatoria: Pequeno.