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Mostrando postagens de março, 2012

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Ensinar é um exercício de imortalidade.  De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos  aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra.  O professor assim, não morre jamais! ALVES, Rubem.

-Particularidades

Das experiências vividas pode-se afirmar que:  Cada pessoa tem as suas particularidades.  Há aqueles que guardam o que desejam pronunciar.  Há esses que expressam da maneira que podem.  Há aqueles que arrependem-se do feito.  Há esses que castigam-se interiormente pelo não realizado.  Há aqueles que desistiram por não acreditar que o outro poderia amar.  Há esses que acreditam que o outro não poderia amar; pois resolveu deixar o amor no meio do caminho.  Há aqueles que já mentiram para poder ganhar algo.  Há esses que já perderam algo por não mentir para se dar bem Há aqueles que escrevem diariamente seus sonhos.  Há esses que não o faz por falta de papéis para isso.

Início, meio e fim.

Primeiro passo, descanço e chegada. Acordar, levantar e dormir novamente. Nascer, crescer e morrer.  Princípio, meio e fim. Chegar, ficar e se despedir. É lei da natureza. O correto seria as coisas acontecerem dentro da sua naturalidade, mas muitas vezes somos surpreendidos pelo inesperado. Quando plantamos uma semente, logo pensamos na flor que se tornará, em sua formosura. Apesar da admiração, sabemos que elas possuem espinhos, e deveríamos aprender a lidar com isso. Sobretudo, temos a plena consciência que a beleza da flor não é perene, não dura para o sempre. Um dia ela perderá a sua vitalidade e nós sua beleza. E mesmo que cultivássemos, nossos esforços seriam em vão, insuficientes. Mas a frustração dá lugar ao conhecimento de que ela existiria até que pudesse transbordar seus sentidos, enchendo seus olhos de beleza, seu olfato com seu perfume, seu tato com sua suavidade e leveza e seu paladar com seu gosto amargo por perdê-la. E seus ouvidos nunca mais ouvirão um "obrigada...

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Feliz Páscoa

Pormenores

Quando "crescemos" aprendemos  a chorar quando estamos sozinhos,  e baixo para que ninguém nos ouça.  Por isso que eu admiro as crianças".

A vida que nunca partilhamos

Parem onde estão Pare o relógio na sua mão O tempo corre Ele nunca espera E eu quero te alcançar Te dizer como era Te esperar na janela Só para te ver passar   E te redescobrir De uma nova maneira Sorveteria ou bar Poder te conhecer Na fase escolar Irônico é ser como você Tão ausente e presente Tão perto e tão longe Tão próximo e tão distante Como move em mim tantas sensações assim? É curioso como tudo volta Ao te ver em outras feições Na rua ou na fila do banco Me refaço e me desmancho Alegria cedida e roubada Dentro do mesmo instante Apenas arrependo-me Do café que não tomamos  Músicas que não escutamos Caminhos que não trilhamos Teu cheiro desconhecido O beijo não sentido Do vinho não degustado A adrenalina não sentida Aquele abraço nas despedidas A vida que nunca partilhamos " O tempo correr, e eu quero te alcançar. Caminhos que não trilhamos. A vida que nunca partilhamos".

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