P rimeiramente deu um "Adeus" à sensaboria que foi seu dia e um "Oi" à parte do dia em que o sol se esconde. Então ela foi tentar dormir, um de seus rituais preferidos pelo efeito "ausência". Mas nesse dia ela tinha companhia. Seus pensamentos eram uma verdadeira orquestra de sons em desarmonia. E isso para ela não era uma boa companhia. sabia que sua noite não seria tranquila como a que antecedeu. Então me disse que tudo que ela desejava fervorosamente era reconquistar a sua paz de espírito. Não sabia se perdera ou se lhe foi roubado. Mas era também o equilíbrio que ela buscava e por motivos externos não o tinha. Por vezes pensava como parecia-lhe difícil pôr sua mente e seu coração numa balança e encontrá-lo lá (equilibrio). Na verdade isso é para ela como o inatingível. Sua esperança era como o sol que em dias brilhava e em outros se escondia. Ela enxergava-a, mas logo seus olhos doíam. E isso denunciava a sua sensibilidade que as vezes continha. Ela ...