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Mostrando postagens de março 12, 2012

Início, meio e fim.

Primeiro passo, descanço e chegada. Acordar, levantar e dormir novamente. Nascer, crescer e morrer.  Princípio, meio e fim. Chegar, ficar e se despedir. É lei da natureza. O correto seria as coisas acontecerem dentro da sua naturalidade, mas muitas vezes somos surpreendidos pelo inesperado. Quando plantamos uma semente, logo pensamos na flor que se tornará, em sua formosura. Apesar da admiração, sabemos que elas possuem espinhos, e deveríamos aprender a lidar com isso. Sobretudo, temos a plena consciência que a beleza da flor não é perene, não dura para o sempre. Um dia ela perderá a sua vitalidade e nós sua beleza. E mesmo que cultivássemos, nossos esforços seriam em vão, insuficientes. Mas a frustração dá lugar ao conhecimento de que ela existiria até que pudesse transbordar seus sentidos, enchendo seus olhos de beleza, seu olfato com seu perfume, seu tato com sua suavidade e leveza e seu paladar com seu gosto amargo por perdê-la. E seus ouvidos nunca mais ouvirão um "obrigada...