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Mostrando postagens de janeiro 17, 2013

da saudade que me resta

  Faz tanto tempo que as vezes é como se você nunca tivesse existido.  Se não fosse pelos sonhos que me relembram a qualquer custo das suas características, seus jeitos e trejeitos, talvez já o tivesse esquecido. Ou talvez você tenha sido apenas isso, um sonho, devaneio.  Se não fosse a saudade que faz doer aqui no meu peito.  E a saudade não se subestima. Pois só sentimos falta do que foi bom e verdadeiro.  E da saudade que me resta você é meu exemplo perfeito.  Mesmo me sentindo pela metade, assim vazia e incompleta, seguir em frente é sempre a opção certa. Pois sei que depois das noites de tormenta, Deus sempre me deu uma nova manhã em que eu pudesse abrir a minha janela e saber que é por aí que a luz entra.  Pela luz do dia a me esquentar e pela brisa que acaricia meu rosto na janela do ônibus por qualquer lugar que eu possa passar. Isso é tudo da saudade que me resta.