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Não é azedume, é a ausência da suavidade roubada


Pode até ser do paladar, mais recentemente tudo anda tão infausto, as pessoas não parecem ternas e outras demonstram-se completamente insossas. As formas de entretenimento ineficafez, e as atividades cotidianas fazem de você o objeto centralizado de um brinquedo puxa-puxa. Que embora o cerne tenha a sua própria função na brincadeira, sua ação depende duplamente de seus instrutores. Mas, independente do reconhecimento de seus manuseadores, o âmago da situação continua a desempenhar a sua função ao ritmo que lhe é imposto, até que um dia com o demasiado uso ou rispides de seus idealizadores possa vir a arrebentar. Isso deveria nos sugerir reflexão sobre nossas ações... Acontece que por vezes tratamos pessoas como coisas sem percebermos, sem pensar que elas absorvem nossos gestos e palavras, e até a falta destes. E assim, fazemos de nossas ações um repertório de atitudes sem reflexão sobre suas causas e efeitos.
Sem retroceder, mais também sem progredir!

Pode até ser que a falta de beleza esteja na nossa própria visão quando entrevemos com os olhos da alma. No entanto, nem sempre as imagens que nos redeiam favorece para a beleza da paisagem!
Nem toda beleza que vemos sai numa fotografia, e nem sempre saimos numa cena congelada como realmente somos. Trocando em miúdos: Invista mais no que VOCÊ É, (inteligência por exemplo, pois beleza passa), do que no que você APARENTA SER ( sua imagem). A figura reproduzida num instante, é o congelar de um momento, mas não um baú do qual possamos guardar as emoções que sentimos e vivenciamos naquela ocasião em especial. 
 "Como e o quê podemos fazer para aflorar dentro de nós as melhores coisas que sentimos quando precisamos revivê-las?" Estaria esta astúcia ao nosso alcance? Temos que pensar em outras alternativas, num novo ponto de partida. É que chega uma hora que temos que parar de sobrecarregar "O acaso" e buscar. Se confiar nas pessoas já é tarefa complicada, quem dirá no porvir!

Pode até ser falta de jeito, mais é preciso encontrar um ponto seguro para que haja equilibrio. Temos que trabalhar nosso dom equilibrista de dentro para fora.  Talvez organizando nossa mente seja mais susceptível controlar objetos em nossas mãos.

Posso até por a culpa no aparelho auditívo, mais ouvir nem sempre é uma ação voluntária... Não é de nossa vontade tudo que ouvimos, e nem sempre as pessoas sabem a hora de dizerem o que precisamos. Não adianta formularmos em nossa mente frases que gostaríamos de ouvir, este alguém NUNCA vai pensar exatamente como você pensa!




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Não nomeiem meu estado de espírito, é amplo demais para apenas uma definição. O que eu posso dizer é que "Não é azedume, sim a ausência de suavidade e tranquilidade que por vezes me é roubada."

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