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Prisão x Mente livre


Se eu te contasse meus pensamentos, talvez, você me amaria... Ou será que amas maria? Y.Y
Se eu te contasse o que se passa na minha mente enquanto finjo estar interessada na paisagem da janela com o olhar fixo no ar, você me acharia menos fria e um pouco mais humana?
A brisa no rosto e o movimento dos cabelos soltos ao vento suscita-nos uma ideia de falsa liberdade. A verdade mesmo, é que estamos mais presos que nunca. Aprisionados a nós mesmos, ao que pensamos. E o mais maviosamente cruel, submissos ao que sentimos.

Acontece que as piores cárceres, as correntes mais eficazes que existe são também as mais difíceis de serem rompidas, são aquelas das quais não podemos lutar contra suas forças, pois pode vezes são imperceptíveis e silenciosa. Não podemos vê-las nem rompê-las, a não ser por custo de determinação. Elas te dominam dispensando auxílio de força bruta. Possuem capacidade de prendê-lo até mesmo em algo que não exista concretamente, ou que talvez exista apenas para você memo. O nome dessa prisão é mente humana.

E aí, você atuante (protagonista), desempenha o papel de carceireiro dessa prisão ou do sujeito privado de liberdade? Pra refletir...

Talvez o momento propício para essa reflexão seja na hora de dormir, ou em qualquer outro momento em que você deparar-se lutando contra o que pensa. Alguns pensamentos surgem naturalmente... A pergunta é: Fugir ou enfrentá-los?

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