Hoje
estava numa fila quando passou por mim uma senhora de idade já
avançada, ela estava acompanhada de um homem aparentemente novo. Mas na verdade eu não sabia quem amparava quem alí. Ele tinha
notórias dificuldades para se locomover, apresentava sérias sequelas. Pensei alto com
pesar:
-"Um faz companhia ao outro". Quando um homem que estava na minha frente comentou:
-"Esse rapaz era bonzin, ficou assim por causa do veneno depois que foi trabalhar na Maísa".
Falei do movimento e da importância de barrarmos esse "Projeto da Morte".
As vezes a morte é em vida, são sequelas, a morte dos sonhos de trabalhadores e trabalhadoras honestos.
O homem que conversei naquela fila é de um assentamento, ele falou ainda que lá onde mora estão tod@s mobilizad@s e fazendo abaixo
assinado contra esse projeto que não beneficia em nada as comunidades da hapada do Apodi.
É o povo que está gritando: NÃO AO PROJETO DA MORTE. SIM À VIDA!!! A reaildade é cruel, e está mais perto da gente do que imaginamos.
Portanto, não podemos simplismente aceitar o que nos é imposto.
Saiba mais: http://www.avaaz.org/po/petition/Paralisacao_do_Projeto_da_Morte/?cbFMPbb
Participe: #somostodasapodi
É o povo que está gritando: NÃO AO PROJETO DA MORTE. SIM À VIDA!!! A reaildade é cruel, e está mais perto da gente do que imaginamos.
Portanto, não podemos simplismente aceitar o que nos é imposto.
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