E a gente não perde essa mania de acreditar nas pessoas, ter fé na vida e de dar créditos a quem
não merecia. Porque não se trata da acolhida alheia, mas da sua própria capacidade de entrega que deve ser encarada como um exercício de autossuperação. Carregamos no olhar vago a esperança que coisas boas estão por vim, porque acreditamos que elas também chegam para aqueles de pés cansados e coração ferido.

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